Projeto Novos Brasis 2009 abre Edital

12 12UTC junho, 2009

O Oi Futuro preocupa-se com o desenvolvimento cultural e social do povo brasileiro. Por conta disso, o instituto vai investir até R$ 200.000,00 em projetos de entidades do terceiro setor.

O Programa Novos Brasis 2009 tem por objetivo financiar projetos que apliquem tecnologia da informação e comunicação como elementos de transformação social.

Por saber sobre a importância do investimento em tecnologias e comunicação, o Oi Futuro reconhece que estes são elementos fundamentais na promoção da cidadania, inclusão e desenvolvimento de comunidades com baixo índice de desenvolvimento humano e comunidades vulneráveis.

O Programa Novos Brasis vem sendo posto em prática desde 2004 e está mais uma vez com inscrições abertas para projetos inéditos ou em nova fase de ação. O Programa vai selecionar um número não determinado de projetos que apliquem tecnologias sociais e trabalhem com comunicação e informação como elementos essenciais para a promoção da cidadania e do desenvolvimento humano.

As inscrições são gratuitas e estarão abertas até as 00h00 do dia 26 de junho de 2009. O processo de seleção dos projetos para o Programa Novos Brasis será divulgado em data a ser definida pelo Oi Futuro através do portal.

Acesse o site para conferir o Edital e outras informações sobre o Novos Brasis 2009: http://www.oifuturo.org.br/novosbrasisorkut_profilenovo

Novo Site do CNS

27 27UTC maio, 2008

Amigos e amigas,

a partir de agora, vejam às novidades sobre o trabalho do CNS, sobre o extrativismo e muito mais no nosso novo site: www.extrativismo.org.br

Até lá!

Conselho Nacional dos Seringueiros

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Dear friends,

please find our news, all about extractivism and much more at our new website:

www.extrativismo.org.br

See you there!

Conselho Nacional dos Seringueiros

Cobrando os Direitos da População Extrativista

31 31UTC março, 2008

Representantes de todas as RESEX do Pará, de três PAE e da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Itatupã Baquiá se reuniram no fim de semana de 29-30 de março de 2008 na Ilha do Maracujá para discutirem e formularem um documento de “Pauta de Reivindicação da População Extrativista.”

Grupo da RDS Itatupã Baquiá
Representantes da RDS Itatupã Baquiá discutem as demandas.

No sábado, @s participantes da reunião se organisaram em grupos e elaboraram as demandas de suas unidades de conservação detalhadamente. Muitas destas demandas não são novas (para ver o documento clique aqui). Porém, pouco foi feito até agora. Algumas reservas distantes como Riozinho de Anfrízio já estão quatro anos sem ninguém ter ido para lá ajudar a situação precária da população da reserva. O domingo começou com a discussão geral do documento a entregar pela manhã. Quando chegaram os representantes do ITERPA, IDEFLOR, GRPU, SAGRI, INCRA, IBAMA e da Procuradoria Federal da República por volta de meio dia, as visitas foram recebidos com um grande almoço com cardápio regional de galinha caipira, camarão com açaí e peixe cozido.

 

Ideflor et al.
Representantes do governo escutam as lideranças.

À tarde as lideranças extrativistas apresentaram a Pauta de Reivindicação da População Extrativista, documento de 34 páginas e ressaltaram a grande necessidade de ação inmediata para melhorar as condições de vida e trabalho das comunidades extrativista e combater invasões e ataques contra as unidadesde conservação.

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Anotando as colocações das lideranças.

Ao mesmo tempo, as lideranças reconheceram os esforços do governo PT no fortalecimento do segmento extrativista e se mostraram otimistas quanto à parceria com os órgãos do Estado.

 

INCRA
Antenor do INCRA afirma o compromisso do governo com a população extrativista.

O governo por sua parte respondeu com entusiasmo e enfatizou a importância da participação da base no desenvolvimento sustentável da região. As colocações do CNS e das lideranças das unidades de conservação seriam uma contribuição importante para o desempenho do trabalho dos órgãos responsáveis, comentou Helena Nahum, Coordenadora do Núcleo de Relacionamento com a Sociedade Civil.

O Conselho mandou hoje o documento aos órgãos do Estado e agurada agora as medidas tomadas pelas autoridades.

Os Povos Tradicionais para um Futuro Sustentável

5 05UTC março, 2008

Representantes do Conselho Nacional dos Seringueiros ficaram atentos na Audiência Pública de Divulgação da Política Nacional do Desenvolvimento Sustentável de Povos e Comunidades Tradicionais. Graças à luta dos nossos companheiros e companheiras, os extrativistas agora recebem a atenção que merecem há muito tempo.

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A Companheira Célia Regina da RESEX marinha Mãe Grande de Curuçá enfatiza a importância dos povos tradicionais para o desenvolvimento sustentável no Brasil e para a preservação da floresta amazônica.

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Leia mais sobre a política nacional no site do Ministério do Desenvolvimento Social. Veja também ao lado “Leis Relevantes” para mais informação.

CNS forte no debate do Plano de Desenvolvimento Sustentável

3 03UTC março, 2008

Fonte: Da Redação Agência Pará

Eunice Pinto/Ag Pa
Para a governadora, o seminário assegura as conquistas econômicas, culturais e sociais das populações tradicionais como políticas de Estado
Eunice Pinto/Ag Pa
“Estamos empenhados em construir uma política em que sejamos parte integrante do governo”, afirmou o diretor do Conselho Nacional de Seringueiros, Atanagildo Matos

O Plano Estadual de Desenvolvimento Sustentável das Populações Tradicionais será desenhado no I Seminário Estadual de Extrativismo e Populações Tradicionais, aberto na noite desta terça-feira (26), no Hangar, com a participação de 74 dirigentes de entidades da sociedade civil organizada e mais 100 representantes de instituições de ensino, pesquisa e estudantes. No evento, que se encerra no dia 28, serão discutidas as demandas para o desenvolvimento sustentável do segmento. A governadora Ana Júlia Carepa estima que 500 mil paraenses dependam da atividade, “pessoas que foram esquecidas quando se discutia estrada, água e energia elétrica – essa última demanda atendida apenas pelo programa Luz Para Todos, do governo do presidente Lula”, lembrou. Ela acrescentou que os territórios regularizados hoje no Pará para as comunidades tradicionais somam 25% da área total do Estado, deles são extraídos frutos, óleos, fibras etc. “No Pará, 31,3 hectares são de reservas extrativistas federais e projetos de assentamento, além de projetos extrativistas estaduais, criados pelo Instituto de Terras do Pará (Iterpa), no nosso governo”, frisou.

Para ela, o seminário servirá para assegurar as conquistas econômicas, culturais e sociais das populações tradicionais como políticas de Estado, com articulação e integração institucional de pelo menos 11 órgãos do governo do Estado e destes com o governo federal. No ano passado, em agosto, foi criado o Grupo de Trabalho (GT) do Extrativismo, coordenado pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará (Ideflor), responsável pela realização do evento. “O seminário representa essa opção que fizemos de incentivar um novo modelo de desenvolvimento para o Estado. Muitos governos anteriores fizeram a opção pelo extrativismo empresarial com pouco valor agregado, pouca geração de emprego e quase nada de distribuição de renda”, criticou.

A diretora-geral do Ideflor, Raimunda Monteiro, destacou que o seminário mostra a relevância da temática extrativista na economia do Pará. Segundo ela, o evento servirá para agregar informações técnicas de pesquisas e as trajetórias dos movimentos sociais e formular as políticas públicas a partir dos anseios das populações tradicionais. “É a primeira vez que o governo do Estado traz a questão do extrativismo para o centro da discussão sobre o modelo de desenvolvimento econômico, que valorize a diversidade de riqueza e oportunidade, dentro da visão de sustentabilidade. É grande a expectativa em relação ao produto deste debate”, completou.

O diretor do Conselho Nacional de Seringueiros (CNS), Atanagildo Matos, salientou que os extrativistas têm lutado ao longo dos anos para serem reconhecidos como um segmento da sociedade, que é importante para o Estado. Para ele, o Pará tem peculiaridade em relação aos demais estados amazônicos: diversidade e quantidade de produtos, e população descentralizada em seu território. “Você olha a floresta e acha que não tem nada lá dentro, mas tem muita gente produzindo. Não queremos ser apêndice, que é só doer que se tira fora, queremos ser o que somos. Estamos empenhados em construir uma política em que sejamos parte integrante do governo”, afirmou.

Notícia nacional – “Mais uma vez fomos notícia nacional, dessa vez positiva, porque o nosso governo decidiu por um novo modelo de desenvolvimento. Não vamos acabar com a produção mineral e a produção florestal, mas também não vamos permitir ou ser conivente com atividades ilegais”, comentou a governadora, fazendo referência às ações de combate ao desmatamento e à produção ilegal de madeira no Pará. De acordo com ela, acabar com o desmatamento não significa empurrar a população ao desemprego. “A população não se beneficia da riqueza em lugares desmatados. Basta observar Tailândia, que tem baixo índice de desenvolvimento humano (IDH) e é um dos municípios mais violentos”, exemplificou.

Ana Júlia Carepa lembrou ações do governo do Estado, como o decreto que permite a utilização de bens apreendidos nas operações e o convênio com o Ibama para que esses bens sejam leiloados e o recurso repassado ao Estado. 50% do recurso serão destinados ao aparelhamento da fiscalização e 50% aos municípios, para incentivar outras atividades econômicas. “Por que não valorizaram por tanto tempo a produção extrativista. Vamos mostrar que a floresta em pé vale mais que a floresta derrubada. Para fazer o reflorestamento e a recomposição florestal, precisaremos de sementes, e isso será um retorno às famílias”, disse.

Presentes – Da abertura do seminário participaram ainda o secretário de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Maurílio Monteiro; o secretário de Estado de Meio Ambiente, Valmir Ortega; o secretário de Estado de Agricultura em exercício, José Raimundo Portilho; o deputado estadual Airton Faleiro, líder do governo na Assembléia Legislativa; a desembargadora Vânia Silveira, representante do Tribunal de Justiça do Estado (TJE); o procurador geral de Justiça do Estado, Geraldo de Mendonça Rocha; o coordenador da Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável das Populações Tradicionais, Aderval Costa Filho; e o coordenador do Fórum da Amazônia Oriental (Faor), Carlos Augusto Ramos.

Texto: Fabíola Batista – Secom

Relatos de Campo – Mulheres da Floresta e o SUS

28 28UTC janeiro, 2008

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A Bagagem das Mulheres da Floresta no exercício do direito à saúde das famílias extrativistas da Amazônia Legal

PROJETO “A BAGAGEM DAS MULHERES DA FLORESTA: TRABALHANDO Estratégias e Mecanismos de Controle Social do SUS através da Informação e Comunicação”

Financiamento: Instituto OI Futuro e Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde

 

A história de D.

D., uma mulher jovem de 25 anos da Reserva Extrativista Terra Grande Pracuúba de São Sebastião da Boa Vista, Ilha do Marajó, Estado do Pará, esperava o seu primeiro filho quando chegou na cidade uma semana antes do parto para esperar o bebê. Quando começou a dor, numa quarta-feira, foi ao hospital. O enfermeiro fez o toque e disse que era pro outro dia. No outro dia (depois de muita dor), fizeram o toque de novo, mas falaram que não era ainda a hora. D. voltou para casa de parentes com muita dor. Voltou no hospital no mesmo dia, pois não agüentou mais a dor, mas fizeram ela esperar outro dia. Sexta-feira de manhã foi a primeira vez que ela foi atendida por um médico. D. perguntou se podia ter o bebê normal (a maioria das mulheres da família não pode ter parto normal); o médico disse que sim e que ia sair pela madrugada do sábado. Internou-a, mas não tinha leito no hospital. Portanto, D. estava forçada a ficar andando a noite toda. O médico falou para os enfermeiros ligar para ele caso algo grave acontecesse e saiu. D. andou a noite toda com dor insuportável. Ninguém ajudou. Comentário: „Sua hora vai chegar.“

Ela sozinha não conseguiu mais andar por tanta dor. Quando finalmente um enfermeiro entrou, ela disse que não dava mais conta de andar. A resposta: „Parto é assim mesmo.“ Bateu a porta e foi embora. D. ficou agoniada, pensando que ia morrer sozinha lá mesmo. Depois o enfermeiro mandou uma acompanhante – filha de uma pessoa doente que não fazia parte do balcão nem da equipe do hospital fazer o toque. Amanheceu sábado e ela andando pelo hospital. Às cinco da manhã chegou uma outra mulher para ter bebê; os enfermeiros mandaram ela andar também após fazer o toque. Ela também estava desesperada, sentou no vaso sanitário, pediu ajuda. A mãe dela pediu ao enfermeiro ajuda, pois sua filha ia ter nenem. Porém, ele disse que não era para ter ainda, que faltava 1 cm. Finalmente foi lá (furioso) e o bebê já estava quase caindo no vaso. Daí levaram ela para ter o bebê.

D. continuou andando (sem comida desde quarta-feira; ela não recebeu nem comida nem água). Às 6:30h trocou o plantão, dois enfermeiros chegaram, inclusive um conhecido da família que ficou assustado com a situaçaõ de D. Ele mandou ela sentar na cama para ter o bebê e fazer força. Mas ela já estava fraca de dor, fome e desespero. Ele disse que ela não ia ter normal e pediu pra ligar pro médico. O outro enfermeiro disse que não tinha o número do médico. Outro enfermeiro disse que o jeito era „cortar ela.“ O conhecido se negou a fazer e teve que sair para outra chamada. Então, o outro enfermeiro cortou e mandou um outro rapaz (D. não sabe se ele era enfermeiro) fazer força na barriga dela. O rapaz então pulou encima da barriga dela. Nessa altura o ouvido de D. começou a sangrar pela pressão interna. A vista de D. escureceu; ela perdeu consciência. Com mais força e violência conseguiram tirar o bebê que neste momento (9:30) já estava morto. D. acredita que a força aplicada na barriga dela foi o que matou o bebê, pois ela mesma estava totalmente roxa na barriga e nos braços pela violência dos enfermeiros.

Quando acordou a família (irmão, irmã e marido) estava revoltada no hospital . O médico chegou e ficou assustado, disse que ninguém ligou para ele e que ele tinha operado ela se alguém tivesso avisado ele. D. ficou internada mais uma noite.

 

Informação adicional no caso D.: Um ano antes de ter o bebê, D. teve dois abcessos no seio. Quando teve o primeiro, trabalhava em Belém. Quando ficou muito ruim, ela falou para sua tia que a levou para uma amiga dela que era médica que disse que era um abcesso e a mandou para um hospital. Duas enfermeiras furaram sem anestesia. Saiu muito pus. Colocaram drenagem, voltou normal e cicatrizou. Depois disso se criou outro abcesso. A tia a levou pelo plano de saúde a um médico, mas esse não a tratou bem, não explicou, foi muito mandão e desrespeitoso até a tia se revoltar. Mandou furar o segundo, mas deixou de explicar para D. que ia ter problema na amamentação por causa das cicatrizes e dos danos que os abcessos tinham feitos. Depois da segunda furação o bico ficou por dentro.

Depois de perder o bebê, então, D. sofreu muito pelo seio inchado de leite sem ele poder sair pelo bico. Ficou grandão e doeu muito. D. não foi mais ao médico nem hospital, mas tomou remédio caseiro. Sofreu por três meses.

 

A história de M.

No dia 20 de dezembro, M., uma jovem de 22 anos e grávida no nono mês, da comunidade Terras Altas da Reserva Extrativista Arióca-Pruanã de Oeiras do Pará, foi ferrada por um mandií enquanto pescava. M. procurou ajuda médica e recebeu um remédio na mão e anestesia no braço. O remédio queimou a pele da jovem. Mais grave: a anestesia causou inflamação do braço e a formação de um abcesso no mesmo. Voltando para o posto de saúde, ela não conseguiu atendimento e ficou até o dia 9 de janeiro com dor de alta intensidade e com abcesso de grande tamanho. Apenas no dia 9 de janeiro, M. conseguiu viajar à cidade de Oeiras onde um médico furou o abcesso, já de um tamanho de quase 10cm de comprimento e 4cm de largura (veja foto do buraco no braço).

Ficou mais seis dias com braço aberto até ser convidada a viajar a Belém pelo Auxiliar de Campo do CNS – Projeto OI Futuro, Ginaldo Lopes, para ser tratada na capital. Chegou na segunda-feira de manhã, no dia 15 de janeiro, acompanhada pela multiplicadora Kátia da Bagagem das Mulheres da Floresta – CNS Saúde, que a levou à URI na Castelo Branco. Lá, M. foi atendida por uma médica que apenas a mandou fazer curativo na farmácia da Unidade. Porém, chegando na mesma, M. foi mandada para rua com o comentário que não havia material. Assim, a jovem, cansadíssima, grávida, com muito medo de perder o braço e apenas uma toalha para cobrir o buracão no braço, se encontrou nas ruas de Belém sem atendimento nenhum pelo SUS.

Finalmente, por contatos pessoais de colegas com um médico, M. conseguiu ser atendida na tarde da segunda-feira por um médico que a mandou internar imediatamente para fazer cirurgia no braço. Ela ficou no hospital das Clinicas de Ananindeua, durante toda a terça-feira recebendo curativo e antibiótico. A cirurgia agendada para quarta-feira não foi realizada devido o estado avançado de gravidez, mas foi feito uma limpeza pelo médico. M. continuou internada até sexta-feira, recebendo curativo e remédio (que ela continua a tomar) e voltou para sua comunidade na sexta-feira à noite com melhoramento visível do braço. 31 dias após o incidente ocorrido com o peixe.

 

Os relatos dados acima são resultados do nosso trabalho com o projeto “A Bagagem das Mulheres da Floresta.” A situação de M. de Oeiras foi colocada ao CNS pela multiplicadora Katia que – conscientizada pelo treinamento – fez contato com a coordenação em Belém para denunciar o ocorrido e solicitar apoio.

O mau-trato de D. aconteceu oito meses atrás, mas foi revelado agora diretamente à Coordenadora de Campo, Julia, pela própria vítima. No início era tímida, relatou apenas que “ja sofreu muito pelo SUS” e só com motivação e apoio da coordenadora se abriu para contar o acontecido. Vimos a importância, então, destas mulheres da floresta continuarem em busca de mecanismos para o controle social do SUS, com um projeto financiado pelo MS – SEGEP e, principalmente, da conscientização das mulheres sobre os seus direitos, de terem um Centro de Referência e Apoio como estamos construíndo com o projeto Oi Futuro.

 

 

Relato escrito por Julia Kendlbacher – Coordenadora de Campo através dos depoimentos das vítimas, da multiplicadora Kátia – mulheres da floresta e do Auxiliar de Campo Ginaldo Lopes.